segunda-feira, 27 de junho de 2016

Sincretismo: Bandas de Forró Gospel Participam do Maior Festa de São João do Mundo...


 

O Maior São João do Mundo obteve na segunda-feira, 20, sua primeira noite voltada exclusivamente para a música gospel ou Forró Gospel, como algumas das atrações preferem denominar. Conforme a programação, as atrações começarão a se apresentar a partir das 19h30, quando o público campinense prestigiará a gravação do DVD da banda Forró Celestial.
O evento, promovido pela Rádio Fé em parceria com o próprio Forró Celestial e apoio da Prefeitura de Campina Grande, será um momento voltado para o louvor e forró gospel, prometendo levar milhares de pessoas ao Parque do Povo e começará com a apresentação da Banda Forró Celestial. Em seguida se apresentará a cantora Deborah Almeida (21h50) e Marcos Freire, finalizando a noite de louvor.” – Paraíba Online.

Considerada uma prática cada vez mais comum, a celebração das festividades de São João por grupos evangélicos tem crescido consideravelmente nos últimos anos. Embora respeitemos aqueles que pensam que é lícito ao cristão envolver-se em tais comemorações, não podemos deixar de expôr aquilo que entendemos ser uma opinião bíblica sobre essa sinergia entre luz e trevas que a ala modernista evangélica trata de justificar sob a desculpa de contextualização cultural.

Passemos então aos fatos:


SÃO JOÃO: UM FESTIVAL DE IDOLATRIA

Existem duas explicações para a origem do termo “festa junina”. A primeira explica que surgiu em função das festividades, principalmente religiosas, que ocorriam, e ainda ocorrem, durante o mês de junho. Estas festas eram, e ainda são, em homenagem a três santos católicos: São João, São Pedro e Santo Antônio. Outra versão diz que o nome desta festa tem origem em países católicos da Europa e, portanto, seriam em homenagem apenas a São João. No princípio, a festa era chamada de Joanina.
A Palavra de Deus não menciona nenhuma festa ligada aos profetas ou apóstolos, nem a um ser humano canonizado pela igreja. Nessa visão, não existem santos mediadores, que intercedem por nós, pois, de acordo com a Bíblia, “há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens: o homem Cristo Jesus” (1 Timóteo 2:5).


A ADORAÇÃO AOS SANTOS É CONTRÁRIA À PALAVRA DE DEUS

“Não terás outros deuses além de mim. Não farás para ti nenhum ídolo, nenhuma imagem de qualquer coisa no céu, na terra, ou nas águas debaixo da terra. Não te prostrarás diante deles nem lhes prestarás culto, porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que castigo os filhos pelos pecados de seus pais até a terceira e quarta geração daqueles que me desprezam, mas trato com bondade até mil gerações aos que me amam e guardam os meus mandamentos” (Êxodo 20:3-6).
A interpretação deste trecho do livro de Êxodo é clara como água: A adoração aos santos e a atribuição de poderes divinos a eles entra em confronto com a Palavra de Deus. E uma vez que a festa junina está diretamente ligada à veneração aos santos católicos, não há dúvida de que se trata de uma comemoração idólatra.

RAZÕES PARA NÃO PARTICIPAR

Há inúmeras razões porque entendemos que os cristãos genuínos não devem participar de festas juninas. Queremos destacar algumas:
1. Crentes renascidos devem fugir da idolatria – 1 Coríntios 10:14-22
2. Os santos não ouvem orações e nem têm poder para as intermediarem junto a Deus (Ec 9.5,6);
3. Deus condena a invocação de mortos e qualquer manifestação espiritual dedicada a eles (Is 8.19; Dt 18.9-12)
4. Os louvores e honras prestados nesses festejos, na verdade, são recebidos por outros espíritos (1 Co 10.14-21);
5. As comidas servidas ou vendidas nessas festas são consagradas ao ídolo (At 15.29; 1 Co 10.21)

CONCLUSÃO 

Como filhos de Deus, fomos chamados por ele e enviados ao mundo para transformar a cultura pagã, não a incorporá-la. Participar das festas juninas significa chancelar os costumes e rituais preconizados em sua realização.  Cristãos verdadeiros deveriam denunciar as obras das trevas, e não associar-nos a elas. É vergonhoso até mesmo imaginar que um grupo de homens que se dizem ministros cristãos convidem outros crentes para participar de uma festa pagã.
Cristo nos libertou da idolatria. Não é muito esperar que o crente renascido se mantenha afastado dela.
 ***
Consciência Cristã
Extraído: Púlpito Cristão

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Todos os Caminhos Levam ao São João...

Por Suzy


Hoje pela manhã ouvi a seguinte frase: "Todos os caminhos levam ao são João", do repórter jornalístico Sérgio Chapelin como chamada ao programa Globo Repórter que vai ao ar às sextas-feiras. Fazendo ele uma analogia a tão famosa  frase que percorria o império romano do primeiro século, e conhecida até os dias atuais, "Todos os caminhos levam a Roma", o sentido original desse dito tão popular,  foi caracterizado por mais de 80 mil quilômetros de estradas construidas pelos romanos, facilitando assim o tráfego de outros povos a capital do império,  favorecendo também o transitar do exército, como expansão da comunicação e do comércio através dos mercadores, e com grande relevância a disseminação do cristianismo.

Entretanto, se utilizando da metáfora como fonte linguística, onde  todos os caminhos levavam a Roma, mas nenhum dos caminhos levavam os cristão a apostatarem, visto que não participavam das festas com seus banquetes e orgias, nem tampouco rendiam culto ao imperador, bastante simples para muitos, pois bastava reclinar a cabeça ou queimar incenso, mas como verdadeiros cristãos  negavam-se a tais práticas, sendo acusados de antissociais e hereges eram levados a morte por distintos tipos de martírios.

Voltando a frase do repórter: "Todos os caminhos levam ao são João", pergunto agora, quais os caminhos que levam milhares de "cristãos" ao são João?  A cultura, o relativismo, o pragmatismo, não importa qual seja ele, mas te leva a desonrar a Deus e com isso a apostasia.  

 “Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios” (1Tm 4. 1).

Soli Deo Gloria! 

terça-feira, 21 de junho de 2016

A Doutrina da Eleição : Motivo para Briga ou Adoração?



Porque tantos brigam quando tratam da doutrina da eleição? Porque irmãos em Cristo deixam de se falar por meses ou anos depois de se descobrirem defendendo lados diferentes dessa mesma doutrina? Seria a doutrina da eleição uma doutrina pela qual deveríamos brigar, discutir ou disputar?
Creio que a única razão pela qual pessoas literalmente brigam por causa de uma doutrina é por que tais pessoas ainda não compreenderam o propósito da mesma.
Ainda mais quando se fala sobre a doutrina da eleição. Essa doutrina é uma das mais belas das Escrituras e, seu único propósito (ou, pelo menos, seu propósito mais elevado) é nos conduzir à adoração.
É com uma palavra de adoração que o apóstolo Paulo introduz suas palavras sobre a eleição. Vejamos suas palavras em Ef 1.4:
assim como nos escolheu, nele, antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis diante dele em amor.
Reflitamos nestas palavras…
assim como nos escolheu, nele
Eleição tem a ver com escolhas que outros fazem a nosso respeito. Nunca ninguém se elege para desempenhar uma responsabilidade. Sempre outro o elege. Aqui, Paulo está louvando a Deus por ter sido escolhido pelo próprio Deus para algumas coisas. Mais adiante, Paulo irá descrever o que são tais coisas, que, na verdade, formam o corpo do seu louvor.
Este texto começa com uma informação que não pode ser compreendida sem entendermos, ainda que rapidamente, o que eram as eleições no Império Romano.
Dentro do Império Romano de então, a eleição estava ligada a um conselho. Os Césares romanos eram eleitos por meio de um conselho de senadores. Ninguém se fazia César, eram todos feitos Césares por meio daquele conselho que possuía a prerrogativa de escolher, legislar e, até mesmo, dar ao César a autoridade de um ditador durante um tempo limitado em momentos de guerra.
Então, este é o conceito por trás da palavra “escolheu”. Assim como os Césares eram eleitos por outros, Paulo louva a Deus por ter sido eleito por Deus também.
Portanto, a eleição trata-se de algo que não vem de nós. É um chamado de Deus para algo.
Algo interessante a ser observado com relação à palavra usada por Paulo é que também poderia ser traduzida como “escolhido”, visto que a palavra também é usada para isso, além de em contextos eletivos para cargos de autoridade.
antes da fundação do mundo, 
Então, é certo que Deus escolheu um povo. Que povo? Os santos já mencionados no verso 1. Estes que são chamados de santos são aqueles a quem Deus escolheu.
A continuação continua afirmando quando a eleição aconteceu. A resposta está nestas últimas palavras: “antes da fundação do mundo”. Ou seja, antes que Deus tivesse criado céus e terra, antes de Gn 1.1, Deus, mediante a sabedoria de Seu conselho, Pai, Filho e Espírito Santo, escolheu pessoas que seriam salvas do inferno e capacitadas pelo Espírito Santo a viverem de um modo santo nesta Terra.
Veja as palavras do apóstolo Pedro sobre esta mesma verdade:
sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo, conhecido, com efeito, antes da fundação do mundo, porém manifestado no fim dos tempos, por amor de vós (1Pe 1:18-20 ARA)
Assim, não somente a eleição de um povo para ser santo, mas o próprio sangue de Cristo foi conhecido desde antes da fundação do mundo. Ou seja, antes da Luz existir, na mente de Deus já havia a Cruz.
para que fôssemos santos 
Disso segue a razão de nossa eleição. E aqui, fica mais claro sobre quem Paulo está falando. O verbo falar possui um sujeito oculto de primeira pessoa do plural, “nós”.
Nós! Nós quem? Os santos. Ou seja, aqueles que vivem em busca da santificação, ou, da mortificação de seus próprios pecados. Estas são as pessoas para as quais o Senhor se destina por meio desta carta.
A eleição é para a santidade. A santidade nunca alcançará a eleição. É a eleição que torna possível a santidade.
e irrepreensíveis 
O Espírito Santo continua a afirmar que os eleitos, além de santos, seriam irrepreensíveis.
O que significa isso? Significa que a vida dos santos eleitos será de luta contra tudo o que possa atrair o olhar de repreensibilidade dos de fora para nós. Não significa ser perfeito, pois ninguém nunca será. Significa lutar contra o pecado. Lutar pela santidade.
Tais pessoas, lutam para fugir da aparência do mal. Elas se importam com o que os outros estão pensando delas, com seus testemunhos. Por isso, vivem como se fossem irrepreensíveis, embora ninguém jamais o será plenamente.
diante dele em amor;
Tudo isso, Deus o fez envolto em amor. A expressão “em amor” significa que estamos envoltos completamente, por dentro e fora, por amor. Não há nada de Deus para nós que não seja por amor e em amor. Deus não ama, Ele é amor. Por isso, Ele nos chama para andamos perante Ele em amor.

CONCLUSÃO

Deus, então, é louvado por Paulo por causa dessa graça de ser eleito. Essa é a única razão pela qual o Senhor nos revela o mistério da eleição. Não para discussões ou debates intermináveis na internet. Não para nos acharmos mais sábios que outros que ainda não compreenderam essa doutrina. Não para que nos vejamos como detentores de um conhecimento secreto superior e nos sintamos mais que os outros, mas para que levantemos as mãos e adoremos ao Senhor pela Sua maravilhosa graça que nos tirou da morte para vida.

Por: Wilson Porte Junior. Copyright © 2014 blog Wilson Porte Jr.. Original: A Doutrina da Eleição: Motivo para Briga ou Adoração?

Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor, seu ministério e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.

Sobre o Autor

Wilson Porte Jr.

É bacharel em Teologia pelo Seminário Bíblico Palavra da Vida e mestre em Teologia-histórica pelo Centro de Pós Graduação Andrew Jumper. É pastor da Igreja Batista Liberdade (SP) e professor no Seminário Martin Bucer e na Sociedade de Estudos Bíblicos Interdisciplinares. Wilson Porte é casado com Rosana e pai de Natan e Ana.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

O Apóstolo Paulo encontra Mário Sérgio Cortella


Certo dia o apóstolo Paulo, numa visita ao Brasil, resolveu participar de um congresso sobre Liderança promovido por uma igreja evangélica. Na propaganda do congresso constava a informação de que o principal palestrante seria o filósofo e educador brasileiro, Mário Sérgio Cortella. Paulo percebeu que dentre as qualificações de Cortella se destacava o seu doutorado em Educação, obtido em 1997, na PUC-SP, sob a orientação do patrono da educação brasileira, Paulo Freire. O apóstolo Paulo deveras ficou curioso e decidiu participar da programação.

Chegado o grande momento, Paulo ocupava um assento na primeira fileira, regalia obtida por ser um membro do verdadeiro colegiado apostólico. O palestrante, Mário Sérgio Cortella, abordava o tema A ARTE DE LIDERAR. A palestra caminhava para o seu final e, no geral, o apóstolo Paulo considerou a palestra interessante e com insights perspicazes. É verdade que muito do que Cortella afirmou era fundamentado no marxismo esposado por ele, mas, ainda assim, algumas colocações foram bastante úteis. No entanto, na conclusão da palestra, Cortella fez uma afirmação que, imediatamente, despertou sentimentos variados na mente do apóstolo Paulo. Cortella repetiu uma frase sua já bem conhecida: “Elogie em público e corrija em particular. Um líder corrige sem ofender e orienta sem humilhar”.

Imediatamente o público irrompeu em efusivos aplausos e ovacionou a sabedoria de Mário Sérgio Cortella. Ao testemunhar a aceitação irrestrita do ensinamento de Cortella, bem como a maneira acrítica como seminaristas e futuros pastores presentes receberam a frase sobre correção, Paulo não pôde fazer outra coisa senão se entristecer diante do estado da igreja evangélica. Ele percebeu que aquelas pessoas apoiavam a ideia do “Elogie em público e corrija em particular” como sendo verdadeira.

Foi aí que, discretamente, ele subiu ao palco do auditório e tomou em suas mãos o microfone. Ao ver a cena, o público, atônito, calou-se e ficou a observar. Paulo disse as seguintes palavras: “Ó gálatas insensatos! Quem vos fascinou a vós outros, ante cujos olhos foi Jesus Cristo exposto como crucificado?” (Gálatas 3.1). Ele continuou: “Não recordais? Não lembrais, de quando Cefas foi a Antioquia e foi necessário que eu lhe resistisse face a face porque se tornara repreensível? De como ele se envergonhou de comer com gentios como vocês e, quando os judeus chegaram, ele fez de conta que não tinha nenhuma relação com aqueles gentios? Quando, porém, vi que não procediam corretamente segundo a verdade do evangelho, disse a Cefas, na presença de todos: se tu, sendo judeu, vives como gentio e não como judeu, por que obrigas os gentios a viverem como judeus?” (Gálatas 2.14).

Ouvindo isto, o público começou a se retirar do auditório. Alguns até vaiaram o apóstolo. A única reação de Paulo foi dar um suspiro de tristeza e dizer ao Pai: “Tende misericórdia, Senhor!”

Kyrie eleison!

***
Autor: Rev. Alan Rennê Alexandrino Lima
Fonte: Electus

Extraído: Os Bereianos

terça-feira, 14 de junho de 2016

Por que estamos infantilizando tanto os jovens?




Por Lucas Freitas




Nós, como igreja, através da superestimação do entretenimento e até mesmo da bajulação, estamos educando nossos jovens a serem imaturos, irrelevantes, infantis, descompromissados com Deus e Sua palavra, e a terem uma percepção da realidade da vida cristã um tanto quanto fantasiosa e por que não, banal.
Grande parte da liderança cristã passou a acreditar e a ensinar que a relação entre Deus e o homem é algo pautado na busca de sensações, emoções, bênçãos individuais, diversão, relacionamentos e prazeres temporais. O importante hoje é a promoção de um ambiente ‘cool’ para chamar a atenção do jovem e segurá-lo na igreja custe o que custar.
Para tanto, negocia-se a mensagem, a forma de culto, o conteúdo das músicas, a centralidade de Cristo, e tudo mais que possa compor a experiência da pessoa que estará presente na igreja. O problema é que quando subestimamos a eficiência da pregação da mensagem do evangelho e passamos a buscar complementos que, supostamente, venham suprir as expectativas daqueles que frequentarão nossos cultos, estamos assumindo, ainda que inconscientemente, a insuficiência da cruz de Cristo para redenção de todas as necessidades da vida humana.

 

Fazendo mal na ilusão que estão fazendo o bem


Atualmente, inúmeras são as iniciativas por parte das igrejas de se reproduzir dentro de suas quatro paredes, programas outrora considerados ‘mundanos’. É possível se encontrar baladas, festas, música eletrônica, raves, filmes, comilança, danças e uma infinidade de artimanhas que, para poderem ser colocadas em prática com a consciência limpa, vêm devidamente aprovadas com o ‘selo gospel de qualidade’.
Estas iniciativas, a priori, podem parecer saudáveis, mas no fundo são tentativas de proteger a juventude do embate com o mundo real. Ao invés de estarmos forjando homens e mulheres a partir do evangelho bíblico, que terão consistência e capacidade para enfrentar os difíceis desafios que encontrarão na realidade da vida, estamos, infelizmente, cooperando para a produção e promoção de uma subcultura autocentrada, que não tem poder real de influência algum dentro da sociedade, e que gera pessoas que sabem viver apenas em seu próprio gueto, aspecto este completamente contrário a universalidade da fé cristã histórica

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lagoinha-cheirando-a-biblia-em-solidariedade-ao-pastor-Lucinho


É pertinente dizer que não há nada de errado em se promover atividades para jovens dentro das igrejas. Entretanto, temos de ter o cuidado de não trabalharmos na perspectiva de que estas atividades devam ser uma espécie de blindagem oferecida ao jovem em relação ao que ele encontra no ‘mundo’. Se não ensinarmos a estes moços e moças a beleza e a contundência da fé cristã para todos os lugares e aspectos da vida, teremos de continuar alimentando-os com a subcultura gospel que insiste em continuar fazendo paródia do showbiz em seu campo de atuação na sociedade.

 

Por quê?


Raras são as igrejas que incentivam os estudos, o aprofundamento teológico e filosófico, que indicam boa literatura e promovem discussões realmente relevantes para o público jovem cristão. Enquanto isso, em outros ambientes secularizados da sociedade como universidades, cursinhos e movimentos estudantis, jovens acumulam alto volume de leitura de autores ateus como Marx, Engels, Nietzsche, Gramsci, Freud, e a mais recente safra de neoateístas, que embora sejam muito mal aceitos na academia, têm balançado a fé de muita gente, como Christopher Hitchens, Sam Harris, Richard Dawkings e Daniel Dannett.    
Esse tipo de prática atrasada da igreja resulta, por exemplo, na debandada de inúmeros jovens cristãos quando chegam à universidade. Como eles nunca foram alimentados consistentemente e seus pastores e líderes nunca se preocuparam em lhes apresentar as grandes questões da vida a partir do prisma da fé cristã histórica, eles se rendem à primeira ideologia que lhes parece mais interessante e rompem quase que de uma vez por todas com toda aquela cortina de fumaça religiosa que habitava suas mentes.
É grave admitir, mas por que tanta gente dentro da igreja é irresponsável, é desorganizada, é displicente, tem senso estético pobre? Por que tanta gente trai, por que nossos políticos são os mais ausentes da câmara federal e nossos artistas sofrem preconceito dentro de suas comunidades quando cantam, pintam ou escrevem algo que não seja gospel?
Quando foi a última programação que você participou que incentivou a juventude cristã a pensar a ciência como sendo parte do senhorio de Cristo sobre todas as coisas, a fim de oferecer a comunidade científica contrapontos teóricos e técnicos fundamentados na fé cristã? Quando foi que incentivamos nossos estudantes de direito a lutarem por leis mais justas? E nossa reflexão política diante da infinidade de acontecimentos que tem sacudido a nossa república, a quantas anda? Quando foi a última vez que promovemos dentro de nossas igrejas, conversas, encabeçadas por especialistas cristãos, sobre homossexualidade, ideologia de gênero, perseguição dos cristãos no oriente médio ou a influência da psicologia no pensamento cristão do século XXI? Onde estão nossos professores que não se renderam ao ensino de ideologias anticristãs em sala de aula? Poderíamos enumerar uma imensidão de outras atividades, mas gostaria de perguntar algo ainda mais central: onde estão nossos pastores comprometidos e submetidos ao ensino fiel das Escrituras Sagradas? Enfim, por que o número de evangélicos é cada vez maior, mas ainda não conseguimos perceber nenhuma mudança real na atuação da igreja no Brasil?


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Repensando o caminho


Todas as situações apontadas acima se devem, em grande parte, a falha da liderança da igreja na educação dos cristãos, principalmente quando ainda são jovens. Ao contrário do que muitos podem pensar, as atividades promovidas pela igreja não são intrinsecamente boas, elas podem muito bem ser destrutivas, negativas, mundanas e defraudarem a mensagem e abrangência do evangelho. Não podemos continuar incentivando a alienação e a busca desenfreada por entretenimento nas atividades que promovemos.
É momento de arrependimento, de busca por maturidade, de repensarmos as nossas bases teológicas e filosóficas. É momento de voltarmo-nos de todo coração a um compromisso firme com Cristo Jesus e sua Palavra. Blindar a juventude com ‘atividades legais’ dentro da igreja não é o caminho, nossa fé histórica exige que nossa proposta para o mundo vá muito além disso.
A igreja cristã não deve ensinar seus jovens a relativizarem o estudo e o aprendizado de boa teologia. A igreja cristã não deve subestimar o potencial de seus próprios jovens ensinando-os a subestimarem a mensagem genuína do evangelho de Cristo substituindo-a por crendices e métodos mundanos a fim de promover bem-estar e distração para gente que não está preocupada com mudança de vida, muito menos com a glória de Deus. Pelo contrário, com os pés fundamentados na rocha, a igreja deve andar na verdade que redime o pecado e promove transformação efetiva do coração do homem. Só assim estaremos contribuindo, de fato, para o crescimento, formação e fortalecimento da nossa juventude tão carente de referenciais, o que culminará inevitavelmente numa concreta sinalização do Reino de Deus nos mais diversos campos da nossa existência. Seja Cristo, nossa forca, nossa única esperança.

Que Deus nos alcance! 

Extraido  http://minhavidacrista.com

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Ministério de Coreografia Mais Uma Heresia!

DANÇANDO COM O DIABO

A dança, que começou, em algumas igrejas, como uma coreografia simples, executada ao som de hinos melódicos, ficou mais complexa, até evoluir para apresentações de balé e shows de hip-hop. Hoje, não há mais limites! Já temos o erotizante funk dentro de algumas igrejas, além coreografias quase idênticas (sem exageros) às performances dos dançarinos da Madonna, da Britney Spears e da Beyoncé.

Seria possível um retrocesso? Creio que não, pois os corações estão endurecidos. Mesmo assim, não posso me omitir, que muitos preferem evitar para não irritar a maioria. Isso mesmo: a maioria.
Quando a dança passou a fazer parte da liturgia evangélica? Lembro-me de que, há pouco tempo, não víamos cultos com dança na igreja brasileira.
De uns tempos para cá, alguns “revolucionários” descobriram a “América”! Aliás, dois destes “descobridores”, por ironia, foram presos na América do Norte por evasão de divisas.
Como não tem havido combate à secularização (Rm 12.1,2), nossos cultos estão cada vez mais carregados de atrativos para a “galera”. Apesar disso, em 1 Coríntios 14.26-40, vemos que o culto a Deus deve ser ordeiro, decente, tendo como elementos principais: o louvor a Deus (salmo), a exposição da Palavra (doutrina) .
É triste ver como as superfluidades, as efemeridades, estão ocupando espaço no culto coletivo a Deus. Há algum tempo, os jovens passavam a noite em vigília, orando, estudando a Palavra. Assim acontecia nas décadas de 1980 e 1990. Hoje, os jovens vão para a “balada gospel”, graças ao incentivo de líderes inescrupulosos, sem compromisso com a Palavra de Deus, movidos por outros interesses pessoais. Tais “revolucionários” dizem de boca cheia que são contrários ao legalismo, mas não se aperceberam de que são mundanos e porta-vozes do mundanismo.
O site YouTube contém vídeos e mais vídeos que mostram o que tem ocorrido em igrejas evangélicas lideradas por “revolucionários”. Excesso de louvor (se é que podemos chamar as cantorias intermináveis e as danças de louvor!), bem como números teatrais demorados, que para muitos desses “descobridores” têm o mesmo efeito da Palavra… Que engano! Nada substitui a exposição da sã doutrina! Caso contrário, o Senhor Jesus não teria dedicado boa parte de seu ministério à explanação das Escrituras. E Ele é o nosso modelo (1 Jo 2.6; Mt 11.29), e não pastores de megaigrejas, os quais inovam a cada dia, haja vista sua motivação principal ser a arrecadação de dinheiro (2 Co 2.17; 1 Tm 6.9).
Reafirmo, com inteira convicção (mesmo que eu fique só), que não há base bíblica nenhuma para se introduzir danças no culto, tampouco para chamá-las de ministério, como muitas igrejas estão fazendo. Os “revolucionários” citam Davi como um praticante da dança no culto a Deus. Mas a própria Palavra do Senhor depõe contra tal subterfúgio. Quem estuda a Bíblia sem preconceito, sabe que o próprio Davi, ao organizar o culto na antiga aliança, juntamente com Asafe, não fez nenhuma menção à dança. Pelo contrário, ele estabeleceu apenas cantores e músicos (1 Cr 25).
Ora, se Deus gosta tanto de dança, por que Davi, um homem segundo o coração de Deus — que inclusive dançou do lado de fora do templo —, não a incluiu na liturgia? Se ele e Asafe tivessem estabelecido dançarinos e coreógrafos, tudo ficaria claro. Não haveria nenhum obstáculo às danças na casa de Deus. Mas quem examina as Escrituras à luz dos contextos histórico, cultural e literário sabe que a dança de Davi foi um ato único, pessoal, fora do Templo, isolado, e não litúrgico, exemplar ou inaugural.
Não só a dança de Davi, mas a de Miriã, também muito citada pelos “revolucionários”, foram atos à parte, fora do culto, patrióticos, pelos quais eles extravazaram a sua alegria. O Senhor não os condenou por suas danças, mas elas também não passaram a fazer, a partir de então, parte do culto coletivo a Deus. E isso explica o fato de não haver no Novo Testamento nenhum incentivo à dança no culto coletivo, apesar de muitos agirem como se houvesse apoio irrestrito a ela nas páginas sagradas.
Os “revolucionários” não querem saber de Bíblia. Apascentam-se a si mesmos e desviam o povo da verdade. Se eles pudessem, impediriam o povo de estudar as Escrituras. Como não podem fazer isso, a sua estratégia tem sido induzir as pessoas ao erro. Empregam, por exemplo, textos isolados dos Salmos como incentivo a toda prática mundana dentro das igrejas. Mas as duas passagens preferidas deles, os Salmos 149 e 150, não abonam a dança no culto.
Discute-se qual é a significação exata do termo original contido nos mencionados Salmos, o qual pode designar “dança”, “flauta” ou “shofar”. No entanto, deixando essa divergência de lado, digamos que, em Salmos 149.3 e 150.3, esteja escrito mesmo, à luz do hebraico: “Louvai ao SENHOR com dança”. Mesmo assim, os tais versículos não avalizam a dança no culto cristão. Lembremo-nos de que a mensagem da Bíblia se dirige a três povos: judeus, gentios e cristãos (1 Co 10.32). E nem sempre um texto pode ser considerado “universal”, isto é, aplicável aos três povos.
É interessante como os “revolucionários” interpretam a Bíblia segundo os seus interesses. Se fôssemos aplicar a nós, hoje, o que diz o Salmo 149, na íntegra, teríamos de louvar a Deus com danças e uma espada na mão (literalmente), tomando vingança (literalmente) das nações! Alguém dirá: “Que exagero. A espada e a guerra devem ser aplicadas de maneira figurada”. Então, por que a dança deve ser aplicada por nós de modo literal?
Os defensores da dança também se valem de 1 Coríntios 6.20. Mas veja o que diz a Palavra de Deus, em seu contexto: “Fugi da prostituição. Todo o pecado que o homem comete é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo.
Ou não sabeis que o nosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus” (vv.18-20).
O que é glorificar a Deus no corpo? Significa não pecar contra Deus por meio do corpo! Somos o templo do Espírito, pertencemos ao Senhor, e nosso corpo nunca deve ser profanado por qualquer impureza ou mal, proveniente da imoralidade, nos pensamentos, desejos, atos, imagens, literaturas (2 Tm 2.22; 1 Jo 2.14-17; Sl 101.3). O texto em apreço, por conseguinte, não é uma “carta branca” para dançar ou empregar qualquer expressão corporal para glorificar a Deus.
No entanto, reitero que não há base bíblica para o que chamam hoje de “adoração através da dança” ou “adoração extravagante”. A despeito de ainda haver igrejas mais moderadas e reverentes, a dança nunca foi uma forma de louvor a Deus, e sim uma maneira de se exteriorizar alegria ou agradar uma platéia. Lembra-se da filha de Herodias? Ela dançou para o público e agradou Herodes.
Segundo a Bíblia, Deus é exaltado por meio de cânticos, e não mediante danças (Sl 57.7). O cântico, ao contrário da dança, é atemporal, não restrito a povos e culturas (Cl 3.16; Ef 5.19). Mas os “revolucionários” pensam que o evangelho se submete à cultura dos povos. Que engano! Pensam eles, erroneamente, que o africano tem de tocar tambores na casa de Deus e que o brasileiro tem de sambar diante do Senhor…
É o evangelho de Cristo que influencia e muda hábitos culturais, e não o inverso. “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2 Co 5.17). Fundamentalmente, não há nenhuma passagem — repito — nas páginas veterotestamentárias e também do Novo Testamento que abone, verdadeiramente, a introdução da dança no culto.
Mas, por que há tanta dificuldade em se entender isso? Por que a maioria prefere que haja danças no culto e músicas mundanas? Na verdade, os “revolucionários” priorizam a satisfação momentânea das pessoas, e não a vontade Deus. Ah, se nos conscientizássemos de que o culto é para Deus, e não para satisfazer pessoas! Como seria maravilhoso se nos convencêssemos de que a maneira de Deus falar, no culto, não é por meio de danças, coreografias, peças teatrais, e sim pela sua Palavra!
Que eles reflitam melhor à luz da Palavra e cumpram a vontade do Senhor (Sl 119.105; Mt 7.21-23). E que façamos valer a oração-modelo deixada pelo Senhor Jesus: “Seja feita a tua vontade, tanto na terra como no céu” (Mt 6.10).

Na igreja Primitiva em nenhum lugar, você pode ler de atos ate Apocalipse que você não vai ver nenhum indício de ministério de dança e nem no velho testamemto um indicio que que os Levitaas tinham um grupo de mulheres que ficava la na frente da assembleia do senhor balançando seus corpos.


E fica a pergunta: se as garotas lá na frente estão adorando, a platéia ta fazendo o que nesse momento?? adorando ou vendo um show??

 http://nadefesadacristandadeefe.blogspot.com.br

terça-feira, 7 de junho de 2016

Porque a Sara Nossa Terra é Uma Seita






Há alguns dias um depoimento de uma ex-integrante dessa suposta igreja, Sara nossa Terra, e o relato foi postado em nossa página no Facebook. Houve dezenas de comentários de pessoas que não 
concordaram com o que foi dito ali, nem com nossa postura de por meio dos acontecimentos refutar, como já fizemos em outras vezes seja na página ou em nosso blog. Mas este texto dessa vez será mais profundo, pois estarei expondo aqui as heresias e o porque vejo a SNT (Sara nossa Terra) como uma seita e não como uma igreja que preserva a são doutrina.
Abaixo um rápido quadro comparativo onde conceitos básicos encontrados em um igreja sadia e na SNT:
Todas as informações acima, são encontradas nestes dois perfis.
Agora para sabermos se algum ensino é uma seita ou uma heresia temos que submete-lo as Escrituras. Eu poderia ficar aqui por horas falando por cada ponto herético apresentado da SNT, mas 
vamos nos atentar aos citados acima
1)  Confissão Positiva / Teologia da Prosperidade
Um dos maiores câncer do meio Cristão hoje é essa corrente que defende esse "revelação", ela é totalmente antibíblica e remete a um "outro evangelho" onde a centralidade não é Cristo.
"A teologia da prosperidade, à semelhança da teologia da libertação e do movimento de batalha espiritual, identifica um ponto biblicamente correto, abstrai-o do contexto maior das Escrituras 
e o utiliza como lente para reler toda a revelação, excluindo todas aquelas passagens que não se encaixam". Augustus Nicodemus.
2) Julgo sobre os irmãos - Metas nas células 
Para arrecadar mais e mais e aproveitando este formato do G12 a SNT, impõe aos líderes e seus liderados metas a serem batidas. Mandam os jovens para semáforos para vender doces e bombons, 
falam para os irmãos desempregados "capinar um terreno", pedem para as irmãs prepararem cupcakes, mas o dinheiro arrecadado vai para o topo do pirâmide e não para ajudar aos pobre e os necessitados.
3) O Julgo do líder
Se você está lendo este texto é ainda faz parte da SNT e está pensando em namorar, tenho mais notícias para você, se o seu líder não aprovar a ideia ou não for 'generoso' em estipular um 
prazo para o namoro menor, seu sonho de ter um relacionamento pode atrasar. Isso sem contar as manifestações idólatras que já recebi em meu canal do youtube e em postagens do Facebook, onde 
pessoas ligadas a SNT até usaram de ameaças e xingamentos, tudo em prol de defender um líder que a cada dia aumenta mais seu patrimônio.
4) Quebra de maldições
Como em algumas igrejas neo-pentecostais, a quebra de maldição é algo clássico, mas o que chama a atenção é a quebra de maldição hereditária. Inclusive o Bispo Rodovalho lançou um livro com tentando injetar ainda mais essa heresia dentro da mente já cauterizada de seus comandados, o nome do livro é "Quebrando as Maldições Hereditárias". 
5) G12/MDA/M12
Com uma ideia a principio interessante de "evangelizar', de falar do amor de "Jesus", ele (G12, MDA, M12) vem chegando, quando menos percebe já se tornou uma empresa, com regras, metas, 
chefes (líderes), e a prestação de contas já habitual.
6) O Criador da seita, Bispo Rodovalho, diz que há dinheiro no céu
Segundo Rodovalho, o dinheiro é “um bem que já tramitava no meio dos anjos, [pois] Lúcifer tinha, antes da queda, algum tipo de comércio”.
7) Ao recém convertido, depois de "aceitar a Jesus", ele vai para um dito "encontro com Deus", e nesse encontro ele passa por experiências que vão desde aberrações como imitar um animal, 
regressão, e em casos mais extremos até "perdoar" Deus, tudo "segundo o espírito santo"
8) Seu criador já foi Deputado e teve nome envolvido em escândalos de corrupção
O envolvimento da denominação com a política tem aumentado a cada dia, ao ponto de algumas igrejas serem obrigadas e eleger candidatos.
Após essas pequenas análises desses pequenos pontos, ainda acredita que a Sara nossa Terra não é uma seita?