terça-feira, 16 de agosto de 2016

Jovens que Cansaram dos Pastores Perfomáticos e suas Doutrinas Heréticas


No artigo anterior expliquei por A + B que existe um mito na igreja evangélica brasileira de que jovens não gostam de teologia. Na verdade, pela graça de Deus, cada vez mais adolescentes e jovens tem sido despertados pelo Senhor para conhecerem as Escrituras. 

Pois é, o fato em questão tem contribuido em parte para o desespero de alguns pastores disseminadores de heresias, isto porque, em virtude do crescimento teológico da juventude, não tem conseguido iludi-los com suas falsas doutrinas.

Eu particularmente tenho recebido inúmeros emails, inbox e twitters de jovens que cansaram do blá-blá-blá dos apedeutas da fé. Na verdade, a rapaziada outrora manipulada pelos achismos dos apóstolos da modernidade, em virtude do descobrimento da teologia já não engole mais os graves desvios doutrinários defendido por essa gente.

Outro dia, eu recebi um email de um irmão em Cristo, líder de jovens de uma comunidade cristã dizendo que estava cansado de viver numa "terra" que de nova não tinha nada. Na verdade, dize-me ele, que ao confrontar os ensinos apostólicos do seu pastor com as Escrituras, descobriu que essa "terra" era velha, e que as heresias defendidas pelo dito cujo, há muito tinham sido condenadas pela igreja. 

Se não bastasse casos deste naipe, uma galera significativa tem desistido do gospel voltando as Escrituras. Volta e meia eu tenho recebido emails de jovens dizendo-se cansados dos jargões evangélicos, da venda das indulgências modernas, da teologia da prosperidade e da confissão positiva. 

Caro leitor, ver jovens desejosos em crescer no conhecimento do Senhor e na teologia me enche o coração de esperança. 

Verdadeiramente  tenho estado alegre por ver crentes em Jesus, abandonando os falsos ensinos de apóstolos perniciosos  dedicando assim seu precioso tempo no estudo das verdades inquestionáveis da fé cristã.

Ainda há esperança para a Igreja Brasileira.

Soli Deo Gloria

Renato Vargens

O Mito de que o Jovem Evangélico Detesta Teologia

 
 
Volta e meia eu ouço alguém dizendo que o discipulado feito com os jovens na igreja tem que se mais light, mesmo porque, jovens não gostam muito de estudar teologia. Baseados nessa premissa, algumas igrejas infantilizaram a mensagem banalizando  o conteúdo do evangelho deixando de ensinar aos jovens verdades fundamentais da fé cristã. Ora, bem sei que existem muitos que não querem compromisso com Deus, todavia, nivelar a juventude evangélica por baixo é um grande equivoco.
Particularmente tenho pregado praticamente em todo país, nas igrejas e denominações mais variadas e tenho descoberto uma gama significativa de jovens e adolescentes ávidos por teologia. Nessa perspectiva, a "garotada" considerada "incapaz" por alguns, tem dado um "show" de conhecimento bíblico demonstrando com isso fome e vontade de conhecer a Palavra de Deus.
Pois é,  apesar das loucuras do gospel tupiniquim, Deus pela sua graça e bondade tem promovido na juventude brasileira um "avivamento teológico" um despertar por conhecer a sua Palavra de forma profunda o que de certa forma enche o meu coracão de esperança. Portanto, os que afirmam  que os jovens odeiam teologia alimentam  um mito perigoso e extremamente prejudical a fé evangélica no Brasil.
Diante do exposto deixo quatro conselhos aos pastores:
1-) Invista em discipulado com os jovens de sua igreja
2-) Crie grupos e escolas bíblicas para estudarem juntos teologia.
3-) Incentive a juventude da sua igreja a leitura de bons livros.
4-) Promova debates, discussões e fóruns teológicos entre a garotada.
Pense nisso!
Renato Vargens

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

3 Motivos Básicos Porque não Faço Apelo para Salvação


 

De forma efetiva os apelos para "aceitar" Jesus deram início no século XIX com Charles Finney.  

O apelo religioso é a prática de convidar o ouvinte de uma mensagem evangélica, a tomar uma decisão de aceitar Cristo como seu salvador. Normalmente o apelo é dado depois de uma pregação ou campanha evangelística, num clima emotivo, onde canções em tom menor são entoadas com vistas a sensibilizar o pecador. Em momentos como esses o ouvinte é convidado a responder sim ou não a "oferta " de salvação por parte do pregador. 

Caro leitor, eu não acredito em apelos para salvação.  Permita-me explicar porque:

1-) A prática do Apelo afronta a incapacidade do homem de ir a Deus. 

A doutrina da depravação total é inequívoca. Efésios 2.1 nos ensina que o homem está “morto em seus delitos e pecados”. Isto é, um homem morto espiritualmente não possui a capacidade de ir a Deus ou até manifestar desejo por Deus, a não ser que este o queira e o convença mediante o Espírito Santo do pecado do juízo e da justiça. Além disso, as Escrituras também ensinam que  “Ninguém pode ir a Cristo se o Pai, não o enviar.” Em outras palavras isso significa que nenhum homem pode ou tem poder para ir até Cristo por vontade própria.

2-) A prática do apelo geralmente é feita num clima sensacionalista, manipulativo e extremamente emocional. 

É comum ao final dos sermões encontrarmos os pregadores num clima extremamente emotivo convidando os ouvintes a decidirem por Cristo. Em momentos como esses, o que importa é sensibilizar  o pecador levando-o a decidir por Cristo. 

Caro leitor,  uma decisão movida por emoções não aponta de forma efetiva para uma conversão a Cristo. Na verdade, a maioria daqueles que responderam um apelo para aceitar Jesus, não permaneceram na Igreja, na verdade, acredito que  aproximadamente 90%   daqueles que com lágrimas disseram sim a Cristo numa cruzada evangelística, onde a emoção é levada as últimas consequências não continuaram a trilhar a estrada da fé. 

3-)  O apelo contradiz o que a Bíblia dá como a ordem na salvação

João 3.3 nos ensina que se o homem não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus. Regeneração antecipa conversão. É o novo nascimento que habilita o homem a confiar e crer em Cristo, portanto, querer que o homem decida por Cristo antes de ser convencido pelo Espírito Santo dos seus pecados, bem como regenerado pelo Senhor afronta as verdades bíblicas. 

Pense nisso!

Renato Vargens
 http://renatovargens.blogspot.com.br
 

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

20 Escritores que eu não Recomendo a Leitura

Hoje, mais cedo eu publiquei um texto indicando vinte escritores reformados que você não pode deixar de ler. (aqui

Neste post eu gostaria de lhe aconselhar a não ler vinte escritores, cujos livros afrontam as verdades fundamentais reveladas pelas Escrituras:

1-) Edir Macedo
2-) R.R. Soares
3-) T.L Osborn
4-) Kenneth hagin
5-) Benny Hinn
6-) Mike Murdock
7-) Valdemiro Santiago
8-) Estevam Hernandes
9-) Joyce Meyer
10-) Rene Terra Nova
11-) Rob Bell
12-) Marilyn Hickey
13-) Brian McLaren
14-) Leonardo Boff
15-) Rudolf Bultmann
16-) Paul Tillich
17-) Morris Cerrulo
18-) Rebecca Brown 
19-) Frei Beto
20-) Ellen G. White
Pense nisso!

Renato Vargens

20 Escritores Reformados que Você não pode deixar de Ler

Pela graça de Deus temos testemunhado no Brasil, principalmente entre os jovens, uma redescoberta das doutrinas da graça. Nessa perspectiva não tem sido poucos aqueles que descobriram o prazer pela leitura. Isto posto, gostaria de sugerir aos leitores deste BLOG, vinte escritores reformados que você não pode deixar de ler:
1- Augustus Nicodemus
2- Charles Spurgeon
3- D.A. Carson
4- Francis Schaeffer
5- Franklin Ferreira
6- Hernandes Dias Lopes
7- Ian H. Murray
8- J. I Packer
9- João Calvino
10- John Piper
11- John Stott
12- Jonathan Edwards
13- Mark Dever
14- Martyn Lloyd Jones

15- Norma Braga
16- Wayne Grudem
17- R.C. Sproul
18- Russel Shedd
19- Solano Portela
20- 
Tim Keller

Recomendo!
Renato Vargens

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Você não está Pregando o Evangelho se...


Quando dois pastores se encontram pela primeira vez, a mesma pergunta sempre surge: quão grande é a sua igreja? E eu entendo. De que forma mais um pastor poderá determinar se é um sucesso ou um fracasso? Ministério pastoral não é como um esporte, no qual até mesmo as estatísticas mais obscuras (média de metros com domínio da bola depois da metade do primeiro tempo) são quantificadas e ganham valor. Ministério não é como os negócios, tampouco, com um relatório financeiro que não é distintamente vermelho ou distintamente preto. Ministério não é como a indústria, a qual é frequentemente resumida a quanto você vendeu e quanto ganhou em cada venda. Não, o ministério é muito mais nebuloso. Equações terrenas para determinar o sucesso ou o fracasso de um pastor são muito mais difíceis de conseguir.

Por causa da sua natureza nebulosa, alguns pastores tentam desesperadamente encontrar alguma medida ou número que os ajude a determinar se estão sendo bem sucedidos. Eles querem se assegurar de que estão fazendo um bom trabalho. Então, eles se voltam ao tamanho de suas congregações ou ao número de vezes que os sermões deles são baixados ou ao número de seguidores no Twitter que possuem ou aos metros quadrados de seus auditórios ou ao tamanho do orçamento da igreja. E ao mesmo tempo em que não há nada inerentemente errado com esses números, eles normalmente não são um bom indicador de se o pastor é ou não fiel à pregação do Evangelho. Na verdade, eles podem até ser enganosos, fazendo com que o pastor pense que ele é bem sucedido, quando, na verdade, é apenas popular (grande diferença).

Então, como um pastor pode saber quando está pregando fielmente o evangelho? Aqui estão alguns indicadores. Você sabe que está pregando o evangelho quando…

Você está menos impressionado consigo mesmo

Antes de poder pregar o evangelho a outros, você tem que ser capaz de pregá-lo para si mesmo primeiro. Você não pode levar outros a beber de um riacho que você mesmo não tenha descoberto. Como você sabe que prega o evangelho a si mesmo? Um sinal é que você está menos impressionado consigo mesmo do que você costumava estar.

Quando nós verdadeiramente entendemos o Evangelho, começamos a perceber que não somos grande coisa afinal. Em 1Coríntios 1:26-29, Paulo diz:

“Irmãos, reparai, pois, na vossa vocação; visto que não foram chamados muitos sábios segundo a carne, nem muitos poderosos, nem muitos de nobre nascimento; pelo contrário, Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes; e Deus escolheu as coisas humildes do mundo, e as desprezadas, e aquelas que não são, para reduzir a nada as que são; a fim de que ninguém se vanglorie na presença de Deus.”

Deus não opera como em um time profissional de futebol. Ele não chama os melhores e os mais brilhantes ao gramado. Em vez disso, ele chama os fracos e os menores à salvação e aí os posiciona no ministério. Se você foi chamado ao ministério, não é porque Deus precisava de você no time dele. 

É porque ele se deleita em você e o queria em sua família. Quando nós aproximamos nossas mentes ao redor desta verdade monumental, isso nos permite deixar de tentar sermos impressionantes. Deus não está impressionado conosco, e nós também não deveríamos estar.

Você se sente menos impressionante conforme prossegue no ministério? Isso é boa notícia! Isso provavelmente significa que você está pregando o evangelho a você mesmo!

Sua igreja se torna mais bagunçada

Se você está pregando fielmente o evangelho, Deus motivará descrentes a serem salvos. Quando descrentes são salvos, eles vão à sua igreja, e trazem com eles suas bagagens. Salvação nunca acontece num vácuo. Nossos pecados, lutas e fraquezas não desaparecem no momento em que somos salvos. Quando uma mulher anoréxica é salva, ele é completa e totalmente perdoada, mas as chances são grandes de que ela continuará lutando contra a anorexia por algum tempo. Como um pastor, você tem o privilégio de adentrar à bagunça e ajudá-la a andar para fora dela. Quando um fornicador de série é salvo, seus pecados são imediatamente perdoados, mas a libido dele não é desligada. Como um pastor, você tem o privilégio de ficar ao lado dele enquanto ele luta contra a lascívia.

Não esqueça: quando você foi salvo, você trouxe sua bagunça com você (e você ainda é uma bagunça!). Se a sua igreja estiver ficando bagunçada, não fique desencorajado. Isso provavelmente significa que você está pregando fielmente o Evangelho!

As pessoas começam a ser honestas sobre elas mesmas

As boas novas do Evangelho são que Deus nos aceita como nós estamos, não como nós seremos. Em Cristo, nós somos totalmente, completamente e radicalmente aceitos. 100% da justiça de Cristo nos é creditada. Não 50%, não 85% – um glorioso 100%. Se você estiver pregando o evangelho em toda a sua bondade radical, as pessoas vão se sentir seguras em Cristo. Se as pessoas se sentem seguras em Cristo, elas podem parar de agir como se elas tivessem tudo no lugar. Se elas são justas em Cristo, elas não precisam fingir nenhum teatro. Elas, junto com você, podem ser honestas sobre lutas e pecados.

Quando as pessoas começam a ser honestas sobre as lutas delas, as coisas podem ficar… complicadas. Quando uma pessoa confessa atração por pessoas do mesmo sexo ou vício em drogas ou uma compulsão alimentar ou raiva intensa,ou um ato crônico de mentir ou total desesperança, isso pode criar camadas de constrangimento, tensão social e até divisão. Como um pastor, você tem o privilégio de ajudar pessoas a trabalharem através de complicações que o pecado cria. De ajudar pessoas a aplicarem o evangelho à atração pelo mesmo sexo, vício em drogas e raiva.
Se a sua igreja está ficando complicada porque as pessoas estão sendo honestas sobre si mesmas, não fique desanimado! Isso provavelmente significa que você está pregando fielmente o Evangelho.

Conclusão

Ministério não é um jogo de números. Não é ficar maior, melhor ou mais brilhante. Não é sair arrasando ou conquistando títulos. Ministério é bagunça. Ministério é complicado. Ministério é se tornar menos impressionado com você mesmo e mais ferido com o Salvador. Mas isso são boas notícias. Por quê? Porque isso nos permite sair da esteira da performance. Isso nos permite parar de nos sentirmos tão horríveis quando compararmos nossa igreja com outras igrejas. Quando nós estamos realmente pregando o Evangelho, tanto para nós mesmos quanto para outros, isso nos liberta. 
E isso resulta no tipo de sucesso que dura por toda a eternidade!

Tradução: João Pedro Cavani. Revisão: Yago Martins. © 2016 Ministério Fiel. Todos os direitos reservados. Website: MinisterioFiel.com.br. Original: Você não está pregando o evangelho se…

domingo, 3 de julho de 2016

Entretenimento na igreja é uma Lepra - C. H. Spurgeon

    
 
No final do século XIX, Spurgeon vislumbrou essa tendência de se trazer diversão para dentro da igreja. Na medida em que se alastrava a Controvérsia do Declínio, em 1889, a saúde de Spurgeon se tornava precária, e, por isso, ele deixou de pregar em vários domingos. Mas, em uma quinta-feira à noite, no mês de abril, Spurgeon pregou no Tabernáculo uma mensagem na qual ele afirmou:
“Creio não estar procurando erros onde o erro não existe; mas não consigo abrir os olhos sem ver coisas sendo feitas em nossas igrejas que, há trinta anos, não eram nem sonhadas. Em termos de diversão, os professos têm avançado no caminho do relaxamento. O que é pior, as igrejas agora pensam que sua responsabilidade é entreter as pessoas. Discordantes que costumavam protestar contra a ida a um teatro, agora fazem com que o teatro venha a eles. Muitos [templos de igrejas] não deveriam receber licença para exibir peças teatrais? Se alguém fosse sério em exigir obediência às leis, não teriam de obter uma licença para que suas igrejas funcionassem como teatros?

Tampouco ouso falar a respeito do que tem sido feito nos bazares, jantares beneficentes, etc. Se estes fossem organizados por pessoas mundanas decentes, não poderiam alcançar melhores resultados? Que extravagância ainda não foi experimentada? Que absurdo tem sido grande demais para a consciência daqueles que professam ser filhos de Deus e que não são deste mundo, mas chamados a andar com Deus em uma vida de separação?

O mundo considera as altas pretensões de tais pessoas como hipocrisia; e, de fato, não conheço outro termo melhor para classificá-las. Imaginem aqueles que gostam da comunhão com Deus brincando de tolos, com roupas teatrais! Falam acerca do lutar com Deus na oração em secreto, mas fazem malabarismo com o mundo em uma jogatina irreconciliável. Será que isto está correto? O certo e o errado trocaram de lugar? Sem dúvida, existe uma sobriedade de comportamento que é coerente com a obra da graça no coração, e existe uma leviandade que indica que o espírito maligno está em supremacia.

Ah! senhores, pode ter havido uma época em que os cristãos eram por demais precisos, mas não é assim em meus dias. Pode ter existido uma coisa espantosa chamada rigidez Puritana, mas eu nunca a vi. Agora estamos bem livres desse mal, se é que ele existiu. Já passamos da liberdade para a libertinagem. Ultrapassamos o dúbio e caímos no perigoso, e ninguém pode profetizar onde haveremos de parar. Onde está a santidade da igreja de Deus hoje?... Ela não passa de algo turvo, tal qual um pavio que fumega; é mais um objeto de ridicularização do que de reverência.

Será que o grau de influência de uma igreja não pode ser medido por sua santidade? Se grandes hostes daqueles que professam ser cristãos fossem, quer em sua vida familiar, quer em seus negócios, santificados pelo Espírito, a igreja se tornaria uma grande potência no mundo. Os santos de Deus poderão lamentar juntamente com Jerusalém, ao perceberem que sua espiritualidade e santidade estão em níveis baixíssimos! Outros podem considerar isto como algo que não trará qualquer consequência; porém, nós o vemos como o irromper de uma lepra.” ( Fim da citação )
Eis o desafio para a igreja de Cristo: "Purifiquemo-nos de toda impureza, tanto da carne como do espírito, aperfeiçoando a nossa santidade no temor de Deus" (2 Co 7.1). Não é a engenhosidade de nossos métodos, nem as técnicas de nosso ministério, nem a perspicácia de nossos sermões que trazem poder ao nosso testemunho. É a obediência a um Deus santo e a fidelidade ao seu justo padrão em nosso viver diário.
Precisamos acordar. O declínio é um lugar perigoso para ficarmos. Não podemos ser indiferentes. Não podemos continuar em nossa busca insensata por prazer e auto-satisfação. Somos chamados a lutar uma batalha espiritual e não poderemos ganhá-la apaziguando o inimigo. Uma igreja fraca precisa se tornar forte, e um mundo necessitado precisa ser confrontado com a mensagem de salvação; e talvez haja pouco tempo para isso. Como Paulo escreveu à igreja em Roma: "Já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está agora mais perto do que quando no princípio cremos. Vai alta a noite, e vem chegando o dia. Deixemos, pois, as obras das trevas e revistamo-nos das armas da luz" (Rm 13.11,12).

Via:
 http://www.charleshaddonspurgeon.com